Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana retirou 11 veículos de transporte público de circulação e ação realizada nesta quinta.

Equipes de fiscalização da Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana de Volta Redonda estiveram, no dia passado, atuando na Rodoviária Prefeito Francisco Torres e no terminal do Elevado Castelo Branco, no bairro Ponte Alta, e retiraram onze ônibus de circulação. O trabalho envolveu vistoria em 30 veículos coletivos, resultando em 12 notificações e retirada de circulação de 11 veículos de transporte de passageiros.

Segundo o chefe da Divisão de Fiscalização de Transportes, Sidnei Souza Costa, dois ônibus da linha intermunicipal estavam rodando nas linhas municipais (Santa Cruz e Roma II) e foram retirados de circulação. Outro retirado foi um ônibus intermunicipal que estava fazendo a linha municipal para Santa Rita do Zarur. Ao todo foram expedidos 11 autos de infração aplicados pela Secretaria Transporte e Mobilidade Urbana por diversas irregularidades, como falta do CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo), que é um documento de porte obrigatório, de acordo com o artigo 133 do Código de Trânsito Brasileiro. Em alguns casos foram constados banco solto, falta de pneus novos, vazamento de óleo e veículos fora da linha autorizada. Segundo a secretaria, as operações serão rotineiras para atender os usuários do transporte coletivo, que estão insatisfeitos com a qualidade dos serviços prestados por empresas no município.

O objetivo é assegurar a qualidade no atendimento, porque o número de reclamações dos usuários está muito alto. Isso gera a necessidade de que essas operações sejam constantes, segundo afirmou o secretário Maurício Batista.  

Ele acrescentou que os veículos com irregularidades estão sendo apreendidos e as empresas multados em até 1.450 reais, por cada apreensão e recolhimento para a garagem. Nesses casos, somente depois que for paga a multa e resolvido o motivo da apreensão o veículo é novamente inspecionado e liberado para voltar a circular. Se demorar, o prejuízo maior será da empresa.

Maurício disse ainda que o importante é garantir o conforto e a segurança dos usuários, mas é bom também para os rodoviários, funcionários da empresa, que estão trabalhando nessas linhas em condições desfavoráveis.

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